segunda-feira, 29 de setembro de 2008

O LABORATÓRIO DE DNA FORENSE DO CEARÁ

Vale a pena ver matéria publicada no jornal Diário do Nordeste de hoje sobre o Loboratório de DNA Fornse do Ceará (clique aqui), o qual, apesar de pouco conhecido desde sua criação, em 2006 (quando eu ainda estava Secreatário Adjunto da Secretaria da Segurança pública e Defesa Social), já ajudou a resolver casos importantes no Estado.

Como diz a matéria do jornal:

"Sim, o Ceará tem um laboratório de DNA forense que realiza exames na área criminal. Apesar de pouco conhecido e de quase nunca divulgado desde sua criação, o laboratório de DNA forense Governador Waldemar Alcântara, inaugurado no fim do ano de 2006 como um anexo ao prédio do Instituto Médico Legal (IML), está em pleno funcionamento".

Vale a pena conferir esse importante avanço da perícia forense do Ceará.

domingo, 21 de setembro de 2008

OS NÚMEROS DA VIGILÂNCIA ELETRÔNICA NO CEARÁ

  • 8.000 sistemas de segurança eletrônica do modelo comercial (simples, apenas com a câmera) de circuito fechado de TV estão espalhados pela Capital cearense
  • 300 sistemas de circuito fechado de TV, chamado profissional (de câmeras com mais recursos), estão em Fortaleza1.
  • 500 circuitos do modelo comercial estão instalados, atualmente, no Interior do Estado
  • 100 sistemas profissionais de segurança eletrônica estão localizados em municípios interioranos
  • 12% é a porcentagem, registrada pelo Sindicato das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança do Estado do Ceará, de aumento na demanda do serviço de vigilância no Interior cearense, em relação ao ano passado
  • 3% foi o que aumentou na demanda em Fortaleza, em comparação aos dados de 2007
  • 35% das câmeras de vigilância privada na Capital estão concentradas no bairro Aldeota
  • 70 éa média, prevista pelo Siesi - CE, de empresas que comercializam produtos de segurança eletrônica
  • 30, aproximadamente, são as empresas que fazem monitoramento com envio de viaturas

FONTE: Jornal Diário do Nordeste, com base em dad0s estatísiticos fornecidos pelo Sindicato das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança do Estado do Ceará (Siesi- CE)

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

RONDA DO QUARTEIRÂO: O GRANDE DESAFIO É A UNIFICAÇÃO COM SUSTENTABILIDADE

O jornal O Povo publica, hoje, pesquisa Datafolha a qual revela que 72% da população de Fortaleza considera o Ronda do Quarteirão ótimo/bom. Todavia a mesma aprovação não se estende ao restante dos policiais, porquanto 53% dos entrevistados disse ter mais medo que confiança na Polícia (veja matéria na íntegra clicando aqui).

Isso conduz à interpretação de que a população ver o Ronda do Quarteirão como um ente policial novo, fora dos quadros da polícia ostensiva tradicional, ou seja, excluído da estrutura da quase bicentenária Polícia Militar do Ceará.

Ocorre que a propaganda oficial e a própria imprensa, como o jornal O Povo, têm contribuido para essa visão dicotômica, ao anunciar, na própria matéria, que "o concurso público para ingresso no Ronda do Quarteirão (e não para recrutamento e seleção de soldado da Polícia Militar que é o que de fato ocorre) recebeu 47.520 inscrições".

Que o programa Ronda do Quarteirão é uma ação exitosa, não restam dúvidas. O grande desafio para o Governo do Estado, daqui para frente, é como extender - de forma sustentada e gradual - a conduta, a estética e o ferramental do programa Ronda do Quarteirão para toda a Polícia Militar do Ceará, para que a população deixe de ter sentimentos contraditórios de aprovação/reprovação de uma mesma polícia.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Traficantes põem crack na maconha para viciar rápido

"São Paulo - Os especialistas advertem: a maconha nacional pode conter crack. O motivo é que a planta cultivada no Brasil é de má qualidade e possui uma concentração inferior a 1% do tetraidrocanabinol (THC) - princípio ativo da droga. E, por isso, os traficantes começaram a adicionar pedrinhas do outro entorpecente, mais perigoso à saúde, para potencializar o efeito do cigarro de maconha e cativar o "freguês".
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O alerta sobre essa prática partiu do diretor do Centro de Assistência Toxicológica (Ceatox) do Hospital das Clínicas, o toxicologista Anthony Wong. "Por ter uma maconha de baixa qualidade, o traficante adiciona o crack para que o usuário tenha o chamado "barato". Muitos jovens não conhecem o efeito da maconha e não se dão conta que estão consumindo outro entorpecente, ainda mais nocivo e que vicia rapidamente", disse Wong.
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O delegado do Departamento Estadual de Investigações sobre Narcóticos (Denarc), Luiz Carlos Freitas Magno, tem conhecimento da prática do traficante de adicionar crack à maconha. "Isso se deve à má qualidade da droga brasileira. É o chamado "bazuco" ou 'mesclado'", disse o delegado - que ministra palestras sobre a prevenção ao uso de drogas.
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Há cerca de um ano e meio, os traficantes do Rio de Janeiro começaram a vender o kit "maconha mais crack", batizado por lá de "craconha". Só que, em território carioca, a mistura é encarada como uma nova droga. E o motivo da comercialização é outro: o usuário acredita que a maconha, considerada relaxante, pode potencializar o efeito do crack, um estimulante. O que não passa de um mito. A adulteração não só da maconha, mas também de outras drogas, é uma prática freqüente dos traficantes brasileiros para aumentar o lucro nas vendas.
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Segundo o Instituto de Criminalística, aos entorpecentes são, em geral, adicionados dois tipos de substâncias. Uma é o adulterante, que imita os efeitos da droga. Por exemplo, a xilocaína (nome comercial da lidocaína), um anestésico local que passa a falsa impressão de dormência à pessoa que tem contato com a cocaína. E o diluente, adicionado para aumentar o volume da droga. A polícia afirma que, na cocaína vendida ao usuário, há apenas 25% do entorpecente. Os outros 75% são formados por outras substâncias. As informações são do Jornal da Tarde. (AE)"